ANSIEDADE

4 formas de diminuir a ansiedade. E o que isso tem à ver com organização?

Sim, eu sou ansiosa. O que é a ansiedade? Viver no futuro. Esperando algo que pode acontecer, mas que pode dar errado, que também pode dar certo ao mesmo tempo. Entendeu? hahaha

Sempre me perguntam como uma pessoa, calma, do signo de peixes pode ser tão ansiosa e agitada. Bom, nem búzios e tarô explicam. Na verdade explicam sim (se você é mulher, provavelmente já fez um mapa astral e sabe que essas coisas são sim explicadas pelo momento em que nascemos também): eu sou peixes com ascendente em aquário e tenho urano na casa 10.

Isso quer dizer exatamente o que? Que eu sou uma pessoa elétrica, que não para um segundo, que não se encaixa nos padrões da sociedade e tem que inventar algo diferente pra fazer como propósito de vida e que, como diria Ivan Lins, tem “esse seu jeito de achar que a vida pode ser maravilhosa”. Ufa! Estranha né? Pois é… isso me torna uma pessoa ansiosa por natureza e interessada no assunto desde sempre.

Como sempre estudei muito isso, para tentar ter controle sobre a minha ansiedade, cheguei à algumas conclusões recentes que vem dando certo pra mim e resolvi dividir pois pode dar certo pra você também. Mas antes de ler, peço que tenha a mente aberta e entenda que até bem pouco tempo atrás eu achava tudo isso uma grande bobagem e que nunca funcionaria comigo. Topa vir comigo?

  • Meditar

Ok, se você é ansioso já deve estar pensando: “Tá louca, eu não consigo!”

Confia em mim! No início é bem difícil, mas tem aplicativos que ajudam à fazer isso, tipo 5 minutos por dia e já dão uma paz…

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Aplicativos sugeridos: 5 minutos (iniciantes) e Headspace

 

  • Estar no momento presente

Aí você pensa: ihhh lá vem ela com esse papo de momento presente. É o que chamamos de mindfullness

Olha, o aplicativo ajuda pra caramba também. Quando você vê, só está pensando no que ele sugeriu, no momento presente e esquece (pelo menos por alguns minutos) todo o resto. Isso te foca muito. Pra complementar: quando você fizer esse exercício (que dura de 2 à 5 minutos) aproveite pra se perguntar também se o que você está fazendo naquele momento vai te levar aonde você quer. 😉

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APP: Zenify (juro, é até engraçado!)

 

  • Músicas

Não é qualquer tipo de música… Quando você estiver trabalhando, estudando, lendo ou até caminhando algumas músicas podem te tirar do sério. Você tem que escutar músicas que façam parte daquele momento.

No caso do trabalho, da leitura e do estudo, indico alguns sites e aplicativos que uso pra ter músicas relaxantes.

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APP: Deep Relax (para relaxar,meditar ou até acalmar depois de um stress de trabalho. Às vezes uso até pra acalmar e dormir). O site Brain.fm (música para foco máximo, para estudar ou até para relaxar) ou até mesmo o Spotify (que é um aplicativo de músicas onde você pode procurar uma lista de músicas só de Jazz, ou Músicas para trabalhar, enfim…músicas que alguém escolheu e montou uma lista).

  • Papel

Muitas vezes a ansiedade vem porque temos muitas coisas pra fazer e não sabemos por onde começar. Quando pegamos um papel e escrevemos o nosso desejo, o que precisamos fazer pra chegar nele e dividimos isso em tarefas, já é meio caminho andado (mas use papel e caneta mesmo. você pode até passar pra ferramenta que achar melhor depois, computador, celular, mas antes coloque no papel). Parece que quando você escrever trabalha uma área do cérebro que não estamos utilizando mais hoje em dia, porque escrevemos pouco (à mão) e isso faz seu cérebro trabalhar diferente e ler isso com energia positiva. Também existe a física quântica que explica isso, falando de vibrações e energia que começam a “ajudar”, mas esse papo é bem mais “cabeça” e eu deixo pra outro post.

Portanto, escreva! 😉

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Quando a gente reduz a ansiedade, a gente consegue se organizar melhor, pensar com mais clareza e ser mais produtivo. Por isso, esse tema tem TUDO à ver com organização. Organização vai muito além de dobrar blusas e colocar caixinhas lindas. Organização começa dentro da gente…

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Anda desmotivado? A “culpa” pode não ser do trabalho…

Aproveitando que hoje é dia do trabalhador, resolvi dividir com vocês um texto maravilhoso de uma amiga empreendedora (dessas malucas como eu que também largou tudo um dia pra viver do seu sonho, e vive!).

Vejo nesse texto um pouquinho de mim há anos atrás, quando ainda era do meio coorporativo e estava desmotivada e não sabia O QUE ERA. Não, não estou dizendo pra você largar tudo, mas apenas pra parar, pensar e avaliar se está fazendo o que realmente gosta, ama e que é seu propósito de vida (mesmo que seja em uma empresa, ok? conheço muita gente que ama seu trabalho dentro de uma empresa, MUITA!!).

Então prepara, que lá vem um textão do bom… Com vocês, Camila Pires! 😉

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Você acorda mal humorado na segunda-feira, chega ao trabalho desmotivado, inveja os empreendedores que podem fazer o seu horário (#sqn) e começa a pensar em tudo o que não funciona na empresa, na cidade, no País e no mundo, reclama dos processos, do chefe, do clima, da qualidade do cafezinho, do computador que você usa, do trânsito, do salário, do colega de trabalho… Vou parar por aqui porque ninguém aguenta essa bad vibe. Aliás, já parou pra pensar em quanta negatividade você gera com esses pensamentos e reclamações?

Na verdade, se tudo ao redor vai mal, é hora de desembaçar os óculos. Desculpa, mas o “problema” pode não ser o mundo a sua volta. A “culpa” da sua desmotivação pode não ser da empresa, do trabalho, da sociedade, do governo. Você me autoriza a ressignificar o conceito de culpa? Que tal trocar o termo culpa por responsabilidade? Você fica confortável? Quando assumimos responsabilidade por nossas vidas, por nosso sucesso, por nossa felicidade, temos mais chances de obter aquilo que desejamos. Por outro lado, reconhecer que é nossa escolha não fazer nada para mudar pode ser algo incômodo.

vento

DAQUI EM DIANTE, SE QUISER CONTINUAR ACOMODADO, NÃO LEIA!

Nossas crenças interferem nos nossos pensamentos, que interferem nas nossas emoções, que impactam nossos comportamentos e, consequentemente, nossos resultados. Quer ver um exemplo?

  • Resultado: Carreira estagnada, vida chata, estresse e desânimo
  • Comportamento: Inércia. Aguardando os acontecimentos. Engolindo sapos para não correr o risco de ser demitido. Evitando ter muita iniciativa para não gerar conflito, não chamar atenção.
  • Emoções: Medo, sensação de impotência, baixa auto estima
  • Pensamentos: Odeio esse emprego, mas não posso abrir mão desse salário, desses benefícios… E se eu for demitido? Como vai ser? O mercado está péssimo. Não vou conseguir me recolocar com essa crise.
  • Crença:  Uma pessoa bem sucedida tem um emprego estável.

Percebeu? Leia de baixo para cima para ver a relação. Quer outro?

  • Resultado: Corpo no emprego, cabeça nos projetos pessoais, baixa produtividade, falta de foco
  • Comportamento: Mil ideias e projetos nos caderninhos, leitura de livros, blogs e sites de empreendedorismo com olhar de “um dia quem sabe”, justificativas prontas para dizer por que empreender não é uma boa opção.
  • Emoções: Frustração, sensação de perda de tempo, invejinha branca
  • Pensamentos: Eu adoraria trabalhar por conta própria, mas não tenho perfil pra empreender. Se eu tivesse dinheiro, eu empreenderia. Fulaninho consegue, porque tem “estrela”.
  • Crença:  Para empreender tem que ter perfil e muito dinheiro.

Quer que eu desenhe? Brincadeira, mas uma boa imagem para compreender essa relação é a de um iceberg, sendo que, na ponta, visíveis, estão os comportamentos e os resultados. Abaixo do nível do mar, invisíveis, estão as emoções, os pensamentos e as crenças. A grande questão é conseguir ter consciência de que nossos resultados são reflexos do que acreditamos. Não estou falando: “pense positivo e vai aparecer o emprego dos sonhos ou um investidor-anjo”. Não é isso. Estou sugerindo que você observe seus resultados e tente identificar que crenças estão lá embaixo drenando sua iniciativa para buscar mais plenitude e felicidade.

Um bom exercício é escrever os resultados que você quer alcançar e depois os comportamentos, emoções, pensamentos e crenças que deveria ter para sustentar o que deseja. Depois compare. É um bom começo para tomada de consciência.

Ah! Crenças podem ser positivas, ta? Aproveite e identifique aquelas fortalecedoras para falar no espelho segunda-feira de manhã.

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Um sonho saindo do papel…

Me ajudem pra eu poder ajudar vocês cada vez mais. <3 Assista o vídeo até o final e entenda…

Estou tirando meus sonhos do papel, você pode ajudar a Pri e ainda ganhar várias coisas incríveis!! 😉

Tô pedindo a colaboração de vocês no meu projeto MAS, claro, oferecendo ótimas recompensas, por todo carinho e por acreditarem em mim.

Dá seu kick lá e saiba sobre os BÔNUS EXTRAS >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

lá no Kikante você terá informações sobre os BÔNUS EXTRAS caso a gente consiga superar a META. Todos juntos podemos superar essa meta e tirar mais 2 projetos do papel (além de fazer uma doação generosa pra uma instituição carente), para que TODOS VOCÊS tenham acesso à cada vez mais conteúdo de qualidade sobre organização.

Explico melhor aqui no vídeo…assiste aí, é rapidinho! 

Dá seu kike lá >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

P.S: lá no Kikante você terá informações sobre os BÔNUS EXTRAS caso a gente consiga superar a META. Todos juntos podemos superar essa meta e tirar mais 2 projetos do papel, para que TODOS VOCÊS tenham acesso à cada vez mais conteúdo de qualidade sobre organização. <3

Pra você entender um pouco mais:

O Reorganize sempre foi e sempre será um lugar cheio de amor criado pra que você consiga se organizar, aprenda e troque experiências cada dia mais, e ainda se mantenha motivado a continuar. Essa é a minha missão de vida.

Nesta viagem rumo à NAPO, vou conhecer e dividir com vocês milhares de produtos novos que podemos adaptar nas nossas casas, porque além de uma feira de produtos, eu vou visitar lojas que sempre tem novidades. Além disso, como eu falo de organização há bastante tempo aqui no Brasil, vou trazer o meu olhar sobre tudo o que foi falado, como isso se adapta à nossa realidade e ainda vou dar meus “pitacos”, dividindo tudinho com vocês!

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Dá seu kike lá >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

P.S: lá no Kikante você terá informações sobre os BÔNUS EXTRAS caso a gente consiga superar a META. Todos juntos podemos superar essa meta e tirar mais 2 projetos do papel (além de fazer uma doação generosa pra uma instituição carente), para que TODOS VOCÊS tenham acesso à cada vez mais conteúdo de qualidade sobre organização. <3

Eu quero contar em detalhes o que eu vou ver lá e essa vai ser a recompensa mais próxima possível pras pessoas, como se vocês estivessem indo comigo! (uma das recompensas ali do lado é entrar ao vivo online comigo via Skype no evento, como se você estivesse do meu ladinho. Legal né?).

Então aproveita, entra lá no link e escolhe seu kike. Ah, e se não for pedir muito, compartilha com os amigos vai! 😉

Dá seu kike lá >> http://www.kickante.com.br/campanhas/cobertura-do-maior-evento-de-organizacao

Um grande beijo da Pri.

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Não acredito que você perdeu!!!???

O programa “Não repara na bagunça” da semana passada foi sobre o famoso tema: Bela, recatada e do lar.

Enfim, brincadeiras à parte, como a maioria das mulheres precisa mesmo é colocar a “mão na massa”, eu resolvi dar dicas de como faço pra facilitar a rotina de limpeza e faxina aqui de casa e ainda dividi minhas listinhas supimpas com vocês!! Sim, a listinha que eu uso aqui em casa, transformei em um pequeno e-book que está disponível “de grátis”pra você. Ora, ora, não vai perder hein!!

LINK para baixar a listinha >> http://gratis.reorganize.com.br/rotina/

E o programa da semana passada, pra você que perdeu… 😉

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Sobre ter um cachorro (ou um filho)…

Quem me acompanha sabe que eu tenho um filho (canino), o Google. Esses dias passei uns belos apertos com ele e só agora consegui contar pra vocês. Nesses momentos eu sempre fico me perguntando porque as pessoas acham que cachorro dá menos trabalho que um filho? Talvez porque ele dure menos, em torno de 14/15 anos. Talvez porque eles saibam comer e andar sozinhos com poucos dias, ou ainda porque muitas acham que, se der trabalho, é só abandonar na rua que o cachorro se vira (sim, tem muita gente que pensa assim). Aliás, não sei de mais nada…semana passada um casal abandonou uma criança de dois anos no meio de um shopping no RJ e saiu correndo né? Putz…enfim…

Bom, eu penso diferente e tive muitos, muitos problemas com o Google desde o início e nunca pensei em abandoná-lo ou doá-lo pra alguém. Quando eu digo MUITOS, foram muitos problemas mesmo. E isso não quer dizer que eu nunca tenha esbravejado, ou gritado ao chegar em casa e ver a casa toda mijada pelo cachorro. hahahaha

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Não tenho filhos (crianças) mas acredito que seja a mesma coisa. Haverá momentos muito difíceis, mas você tem que pensar em como resolver, em como educar para que essas coisas não aconteçam novamente, ter reserva de dinheiro pois uma coisa muito grave pode acontecer do dia pra noite.

Quando ele chegou lá em casa segui todas as recomendações que lia na internet, cada pessoa que eu conversava me dizia pra fazer de um jeito e ele continua o “terror da casa”. Fazia muito xixi em tudo que via pela frente, se ficasse preso, chorava igual criança que estava apanhando (o dia inteiro), se ficasse solto, fazia a festa pela casa fazendo besteiras atrás de besteiras. olha, não foi fácil. Foi em torno de 1 ano e meio nesse transtorno.

Recebíamos cartas e multas do condomínio, pois tínhamos que trabalhar e, com pena de deixá-lo trancado na cozinha, ele ficava na sala, logo ele uivava na porta o dia todo sem parar e isso ecoava apelo corredor. Ah, isso acontecia de madrugada também.

Começamos a passear com ele, levamos ele no adestrador, contratamos  faxineira mais uma vez por semana para ele não ficar tão sozinho, adaptamos toda a nossa rotina e…no final do mês, lá estava a cartinha da vizinha reclamona novamente.

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Ao mesmo tempo tinha sempre quem compreendia e nos ajudava. A vizinha de porta, exatamente do lado da minha casa, trabalhava de noite e ficava em casa durante o dia. Quando o via chorar, chamava ele na varanda pra brincar e ele ficava quietinho. Ela dava biscoitinho e tal e depois sempre vinha conversar comigo. Um anjo que caiu do céu.

Um dia resolvemos enfim castrá-lo, disseram que ia melhorar muito. Após alguns meses, quase nenhuma mudança, a não ser que ele estava um pouco mais calmo, mas ele ainda era novinho e cheio de energia. Queria brincar e a gente tinha que entender.

Nos mudamos então pra uma casa. Tudo bem que eu não tenho quintal, mas ele já fica bem felizinho de subir e descer as escadas o tempo todo. O que a gente não faz por um filho né?

Esses dias ele teve um problema onde, de início, achamos no mínimo que ele teria sequelas. talvez ficasse cego, talvez não conseguisse mais andar direito ou tivesse que fazer fisioterapia pra voltar a andar direito. Ficou internado, colocaram sonda, agulhas, ele passou a noite lá no centro veterinário e eu, desolada em casa. Sem nada poder fazer. vendo ele ali, tão forte, e ao mesmo tempo tão frágil e sedado. Quando a gente chegava pra visitar, ele mal reconhecia a gente, e isso doía fundo no coração, mas a gente tinha que ser mais forte do que tudo.

Começamos uma busca incansável de médicos que pudessem entender o caso dele, levamos ele em várias consultas em Petrópolis (tipo 100 km de distância da minha casa) porque lá tinha um especialista no problema dele. Fizemos diversos exames de todos os tipos, os mais invasivos possíveis e até agora nada de concreto foi dito.

Hoje, ele se encontra 99% google e aquele 1% meio estranho. Mas graças à Deus está em perfeita saúde. Levamos ele hoje no médico que costuma cuidar dele desde pequeno, com todos os exames e ele agora vai acompanhar o caso de perto também. No momento, não há o que fazer, já que ele melhorou e não se chegou à conclusão nenhuma do que aconteceu, mas nosso medo é que volte à acontecer.

Passei noites em claro olhando pra ele pra ver se ele respirava. Revezávamos durante a noite pra ver quem levava ele pra fazer xixi, porque nem isso ele conseguia. Ficamos treinando incansavelmente a subida dele na escada, na cama, no sofá e ele aos poucos foi voltando à ser Google. O nosso Google.

Portanto, antes de ter um cachorro, pense bem. Eu não tenho filho, mas suspeito que seja bem parecido, pelo menos em termos de sentimento.

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